Desejo tudo pelo encanto, e não importa o pranto de tal acontecimento, e com a mente remendada pelos trapos que a vida me traz, faço um retalho da minha existência, ao somar a minha dor, toda dor que me cerca, percebo que mera dor é a dor que antes eu exaltava, no fluir do rio de tal finda alma, desejo com nostalgia toda dor que antes renegava e ao abraçar de peito todo peito que me ama, percebo enfim todo amor que antes eu duvidava.
Bruno Blanco
não se pode nunca duvidar do amor.
ResponderExcluirbom texto, moço.
muito ritmo.